• Id, ego, superego: entenda a segunda tópica de Freud (parte 2)

    Como disse na introdução da primeira parte do texto, meu objetivo aqui é, sobretudo, o de desfazer aluns mal-entendidos que com muita frequência se fazem presentes na leitura que o senso comum e a psicoloia eral fazem dos conceitos de id, eo e supereo. nesta seunda parte, ainda não abordarei diretamente a tríade, pois, como eu também disse anteriormente, é preciso compreender o que levou freud a introduzir a seunda tó. e é justamente isso o que verá no texto abaixo. em term...

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O que é superego? (parte 1)
Antes de iniciar esta exposição, ostaria de deixar claro que as explicações que aqui apresento dos conceitos psialíticos não têm absolutamente a pretensão de esotar o unto, mão tão-somente expor sinteticamente minha interpretação sobre os aspectos essenciais de cada termo. em decorrência, é preciso ressaltar ainda que, embora eu tente ao máximo ser fiel às idéias dos autores da psiálise, trata-se aqui de um ponto de vista particular de aluém que conjua o estudo da

O que é superego? (final)
Caro leitor, terminamos o último post com o vislumbre do avanço teórico-conceitual empreendido por freud a partir de sua noção de supereo. dissemos que o ponto de partida foi o fenômeno da consciência moral, mas ressaltamos que a intenção de freud foi trazer à luz um acontecimento psíquico bem mais complexo. é que o pai da psiálise não estava interessado em descrever o óbvio. pelo contrário, a teoria psialítica pode ser descrita como a tentativa de trabalhar o estranho, o

Id, ego, superego: entenda a segunda tópica de Freud (parte 1)
Este texto tem o objetivo de apresentar sinteticamente a dinâmica relacional entre as instâncias psíquicas da chamada seunda tóde freud. espero que, ao final, você consia compreender como id, eo e supereo se constituem e se relacionam e qual a relevância desses conceitos para a clínica psialítica. nessa primeira parte do texto você verá: (1) quais foram os equívocos teóricos cometidos pela psicoloia eral na interpretação da seunda tóe (2) qual deve ser a melhor

Id, ego, superego: entenda a segunda tópica de Freud (parte 3)
No último post desta série vimos que, por volta dos anos 1920, freud se viu diante de um baita problema teórico: de que valia continuar utilizando o termo ?inconsciente? para desinar uma parte específica de nosso psiquismo se essa parcela da mente se parecia mais com um tremendo balaio de ato onde cabiam coisas tão heteroêneas como os impulsos reprimidos e as partes do eo que impediam que esses impulsos fossem reconhecidos pelo sujeito, ou seja, que provocavam resistência? curs